O mercado de bicicletas elétricas no Brasil cresceu 3.600% em menos de uma década. Hoje são 284 mil e-bikes circulando — veículos que custam de R$4.500 a mais de R$100 mil, sem emplacamento, sem rastreador de fábrica e, na maioria das vezes, sem seguro.
Todo mundo compra seguro pensando no ladrão. Mas a maior ameaça à sua bike é o buraco na ciclovia, o paralelepípedo molhado, a freada brusca em descida. Uma e-bike em queda a 25 km/h — com motor, bateria e componentes eletrônicos — pode ter R$2.000 a R$8.000 em danos sem nenhum envolvimento de terceiros.
O seguro bike cobre isso. O que você esperava que não fosse preciso — é exatamente onde mais é acionado.
O seguro bike custa entre 5% e 10% do valor da bicicleta por ano. Para uma e-bike de R$8k, isso é menos de R$70/mês.
Cobertura nacional, inclusive em via pública. Indenização pelo valor da bike.
Onde 92% dos sinistros acontecem. Motor, bateria, quadro e componentes.
Se você causar danos a terceiros pedalando — cobertura para danos materiais e corporais.
Baterias de lítio podem superaquecer. Cobertura para falhas elétricas e incêndio.
Acidentes durante o transporte da bike no carro ou van — cobertura inclusa.
Reboque, transporte e apoio em caso de pane ou acidente durante o trajeto.
Mesmo valor, mesmo risco, diferença gigante na proteção. Quanto vale não perder meses de trabalho investidos na sua bike?
Elétricas, speed, gravel, MTB — novas e usadas.
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